Archive for agosto \30\UTC 2010

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Amados, amando!!!

agosto 30, 2010

Mais uma vez o Senhor nos leva a olharmos para o Amor. É tempo de refletirmos sobre nossa caminhada com o Senhor, e a proposta é que neste momento nossa atenção se volte para o quanto amamos a Deus. Não porque Ele fez ou tem feito algo por nós, mas sim a quantidade, a qualidade, a verdade e a sinceridade de nosso amor por Ele por quem Ele é. Refletindo nestes dias sobre o meu amor por Deus me lembrei das vezes em que julguei ter amado algumas pessoas, e me dei conta de que amei mais a mim mesmo, aos meus próprios interesses ou a aquilo que este “amor” poderia me garantir futuramente. Pensei e concluí aquilo que já sabia, que o nosso amor muitas vezes é assim, egoísta, interesseiro, imperfeito.

É claro que existe em nós o sentimento do amor. Fomos aprendendo a amar sendo amados, recebendo amor das pessoas que estão a nossa volta. É tão bonito ver o amor que a mãe dedica ao seu filho, cuidando dele, acolhendo-o e dando segurança. É belo também o amor do pai que se preocupa em garantir condições para o filho se desenvolver e crescer.

Na Bíblia vemos que as demonstrações do amor de Deus por nós se realizam do mesmo modo que as nossas relações humanas, ou seja, ora o Senhor manifesta seu amor como um pai dedicado que atrai até o rosto o filho indefeso e fraco que é incapaz de se cuidar sozinho. Ora, o amor de Deus é manifestado como o amor do esposo que anseia pela amada, que prepara um banquete de delícias para sua escolhida. Por outras vezes o Senhor enfatiza que seu amor é como o amor da mãe que jamais se esquecerá dos filhos que gerou e mesmo se ela se esquecer Ele não esquecerá.

Pois bem, precisamos de muita cura quando o assunto é amar. Não sabemos amar. Não sabemos nos deixar amar, mas precisamos aprender o quanto antes. Penso que muitas vezes o Senhor se sente como aquela mãe ou pai que amam tanto, que fazem de tudo pelos filhos mas não recebem destes nem mesmo um sinal que corresponda a este amor. Ou até mesmo àquele homem ou mulher que ama, sonha, idealiza uma vida de alegrias ao lado da pessoa amada, mas quando se declara percebe que amou sozinho, sonhou sozinho.

Não temos jamais a pretensão de amar a Deus como ele nos ama. Por isso Ele é Deus e nós não, exatamente pela capacidade de amar sem ser amado, de não desistir da pessoa amada, ou seja, você e eu, mesmo quando não correspondemos ao seu amor.

Esta semana somos chamados ao Amor. Nos deixar amar em todas as áreas de nossas vidas, nas alegrias, nos sonhos, também em nosso temperamento, em nossas frustrações e marcas antigas. Que o Amor do Amado cure nosso Amor e nos ensine a amar.

Marcelo Carolo

Amados,

Esse meês de setembro meditaremos sobre o Livro de Jonas. Então, que todos nós possamos lê-lo e já nos prepararmos para as próximas direções/partilha. Que o Senhor mesmo nos conduza à Sua vontade e ao Seu Amor.

Testemunho a todos que a Maria Rita está bem e que seu útero foi restaurado pelo Senhor, logo ela enviará seu testemunho para a rede.

Lembro também que ainda está acontecendo a votação para que os textos do blog virem um livro. O voto pode ser feito no seguinte link, Deus abençoe a todos. http://www.blogbooks.com.br/blogs/votando/YmxvZ2Jvb2tzXzExMjI=

Continuemos unidos em oração

No Amor do Amado

Carol

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“Não os conheço!”

agosto 23, 2010

Cada vez mais, somos chamados a assumir nossa história com o Senhor, nossa amizade, que só pode ser de cada um com Ele. A amizade é sempre de dois, por mais que sejamos um grupo de amigos, amizade se dá de dois em dois. Dois corações que se encontram, se conhecem, se dão um ao outro. O que cada um sente do amigo só existe para os dois e para mais ninguém. Assim é a amizade que o Senhor nos propõe todos os dias: dois corações que se encontram, se conhecem e se dão um ao outro e experimentam um Amor que só existe,  só se compreende ali, no encontro, na revelação de si mesmo.

De todas as Palavras do Senhor e de toda a pregação que ouvi na Igreja (do Pe. Rafael Querobin, scj) sobre o Evangelho deste domingo, o que mais me alcançou foi essa  frase de Jesus: “Não os conheço!”.

“Mas comemos e bebemos contigo e Te ouvimos nas nossas praças!”

Será que temos sido conhecidos do Senhor? Será que nossa religiosidade tem fundamento no próprio Cristo e no relacionamento com Ele? Ou temos nos perdido nos trabalhos, nas funções, em nós mesmos, na habilidade que temos de fazer as coisas? “Podemos passar a vida inteira dentro da Igreja e não ser de Deus”, afirmou com veemência Pe. Rafael, e me fez parar por um momento.

Essa semana que passou, muito o Senhor me falava sobre isso: assumir a vida cristã, viver na verdade nossa espiritualidade, avançar sempre mais no conhecimento de Deus, nos revelarmos mais e mais a Ele e deixar que Ele se revele a nós. Para que Ele não nos diga depois: “Não os conheço!”

Conhecer é profundidade. Quando alguém diz que nos conhece, quer dizer que há relacionamento, intimidade. É mais que saber de alguém. Eu sei que muitas pessoas freqüentam a mesma Igreja que eu, mas quantas eu conheço? Quantas me permitem conhecê-las? Quantas se aproximam? Algumas sempre estão nos mesmos horários que eu ali, mas ao menos sei seus nomes. Às vezes, tratamos o próprio Deus dessa forma. Vamos à Sua Casa, comemos à Sua mesa, mas não conhecemos o Senhor. Ele se torna apenas alguém que sabemos que está ali conosco, mas não tem feito parte de nossas vidas.

Que esta semana possamos nos aproximar mais do Senhor, deixar que Ele se apresente a nós, nos conheça e se revele a nós. Que cada um possa assumir sua amizade com o Senhor, sem mediadores. Todos são chamados ao relacionamento íntimo com o Senhor. Para isso Jesus rasgou o véu do Templo, para que todos possam entrar no Santo dos Santos e estar com o Senhor. Chega de apenas sabermos que Ele existe, vamos conhecê-Lo e deixar que Ele nos conheça cada vez mais.

“Tu és o meu Lugar! Eu sou o Teu lugar!” É isso que queremos declarar, com a certeza de que podemos viver assim: nós no Senhor e o Senhor em nós. Ore com a canção “Eu e Tu” (versão piano, violino e voz)

No Amor do Amado

Carol

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Solo fértil, solo arado!

agosto 19, 2010

Esses dias tem sido um tanto quanto difíceis para mim. Tantas lutas, tantos conflitos internos e externos. Para não perder a esperança e a direção de Deus pra minha vida, comecei a trazer à memória suas promessas, como nos ensina a Palavra em Lamentações 3, 18-23 (leia na sua Bíblia).

Procurando alimentar minha fé, fui em busca de pregações que me ajudassem e uma delas, de uma irmã evangélica, dizia isso: “Solo fértil, solo arado, terra preparada!”

Ter frutos nas mãos, saboreá-los, sentir seu cheiro e seu gosto é maravilhoso, mas esquecemos do caminho percorrido, do trabalho que foi necessário, do esforço e também da renúncia.

Quantas vezes já lemos a Palavra do semeador? Quantas vezes pedimos ao Senhor que sejamos solo fértil, pronto a receber a semente lançada?

Terra pronta a receber a semente é terra aberta, mechida, cavada. Será que temos noção do nosso pedido? Se temos, por que reclamamos quando as coisas acontecem? Por que murmuramos quando nossos sentimentos veem à tona, quando nossa verdade é mechida, nossas feridas remechidas? Se queremos dar frutos, se queremos receber a Semente, precisamos deixar o Senhor arar nosso coração, nosso ser por inteiro.

É dificil! Ele não disse que não seria, mas nos prometeu que daríamos frutos se permanecêssemos Nele e muitos frutos.

É preciso deixar o Senhor mecher em nossa terra. Tirar as pedras, cavar profundo, perceber o que nos falta para que nasça a semente e dê boa árvore, com bons frutos.

Olhando para os frutos que tenho hoje em minhas mãos, posso recordar de como foram plantados e perceber que no momento em que estamos sendo trabalhados parece que não vamos suportar, mas os frutos em nossas mãos consolam nosso coração e nos dão coragem de enfrentar o plantio mais uma vez e outra e outra…quantas vezes forem necessárias…por que é muito bom poder receber os frutos para nós e para os que convivem e cruzam nosso caminho.

Que o Senhor nos dê coragem de deixarmo-nos trabalhar por Ele!

No Amor do Amado

Carol

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Vem!

agosto 16, 2010

A Palavra que o Senhor traz aos nossos corações é Mateus 14, 25-33.

“25Â quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando sobre o mar.

26Os discípulos, porém, ao vê-lo andando sobre o mar, assustaram-se e disseram: É um fantasma. E gritaram de medo.

27Jesus, porém, imediatamente lhes falou, dizendo: Tende ânimo; sou eu; não temais.

28Respondeu-lhe Pedro: Senhor! se és tu, manda-me ir ter contigo sobre as águas.

29Disse-lhe ele: Vem. Pedro, descendo do barco, e andando sobre as águas, foi ao encontro de Jesus.

30Mas, sentindo o vento, teve medo; e, começando a submergir, clamou: Senhor, salva-me.

31Imediatamente estendeu Jesus a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?

32E logo que subiram para o barco, o vento cessou.

33Então os que estavam no barco adoraram-no, dizendo: Verdadeiramente tu és Filho de Deus.”

O Senhor fez o milagre, Pedro andava sobre as águas. Era Ele mesmo e a cada dia mais demosntrava Seu poder àqueles que eram íntimos ao Seu coração. Muitos gostariam de ter essa prova de Jesus, reconhecê-Lo pelos milagres, pelos feitos, mas todos os episódios que vemos o Senhor revelar mais explícitamente Seu poder Divino,algo que nem os profetas e homens de Deus haviam feito,  são quando está a sós com os seus discípulos, como a Transfiguração, ou este que acabamos de ler.

Aos Seus íntimos revela Seu poder, revela as riquezas do Céu. “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.” Aos amigos Ele chama a ir além, como a Pedro: “Se és tu, manda-me ir contigo!”,”Vem!” – responde o Amigo.

Talvez Pedro esperasse que Jesus fosse acalmar o vento, firmar as águas para que ele pudesse firmar seus pés e não ter medo. Mas não foi o que aconteceu. O vento continuou, as águas se revoltaram, Pedro se assustou, tirou os olhos do Senhor e colocou sua atenção no que poderia o fazer afundar e afundou. E Jesus questiona sua fé. Já não O conhecia o bastante para acreditar que Ele o sustentaria? Por que prestar atenção no vento se o Senhor do vento estava à sua frente?

Muitas vezes nos sentimos como que andando sobre as águas, em meio a tantos ventos, sem instabilidade alguma e somos chamados a confiar, acreditar no chamado daquele que diz: Vem!

Nosso Sim não tem o poder de acalmar a tempestade, ou impedir o vento de vir contra nós. Nosso Sim não tem poder algum se tirarmos nossos olhos dos olhos do Senhor, se o perdermos de vista e colocarmos nossa atenção no que nos aflige, no que tira nosso equilíbrio e nos faz afundar.O Senhor de todas as coisas nos chama a olhar pra Ele e viver o milagre, mesmo que os ventos e a tempestade nos assustem ou tentem tirar nossa atenção.

Para viver o milagre é preciso ter fé. Para andar sobre as águas é preciso acreditar que Aquele que nos chamou é poderoso para nos manter firmados como que em uma rocha, que é Ele mesmo.

“Vem!” nos diz o Senhor, como disse a Pedro. E nós escolhemos ir ou não, acreditar ou não, fixarmos os olhos Nele, ou nos ventos que nos desestabilizam. E saber que quem nos chama é o nosso Amigo, é o nosso Amado.Que seja nossa oração essa semana: ter coragem para manter o Sim, mesmo com toda tempestade. Sempre lembrando que é aos íntimos que o Senhor revela Seu poder, Sua graça. Busquemos mais e mais Sua amizade e com ela mais coragem de dizer todos os dias: “Verdadeiramente Tu és o Filho de Deus!”

No Amor do Amado

Carol

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No tempo de Deus…

agosto 15, 2010

Passo o tempo dizendo ao Senhor que desejo fazer Sua vontade, seguir nos Seus caminhos, viver os Seus sonhos pra mim, mas confesso que muitas vezes não entendo a vontade, o caminho e os sonhos de Deus.

Passo o tempo desejando ser melhor, falar menos, ouvir mais, ser tolerante com as pessoas, paciente na tribulação, mas confesso que nem sempre consigo ser assim. Ao contrário, me inquieto, sou grossa com os que estão perto de mim, quero tudo pra ontem.

Passo o tempo lendo a Palavra, conhecendo a Obra do Senhor na vida de tantos que sofreram, mas confesso que nem sempre assumo para mim o que leio, principalmente quando o deserto é o meu, quando a tribulação é minha.

Passo o tempo…passa o tempo…e eu continuo igual? Continuo no mesmo lugar?

Olho pra trás e percebo que em muitas áreas não…quanto caminhei…quanto cresci, aprendi, sobrevivi…o tempo me fez quem sou.

Mas também percebo que em outras áreas ainda sou aquela menininha da cateira de identidade onde estava escrito não alfabetizada. Parada no tempo, esperando o tempo passar.

Esses dias o tempo quiz passar…de um tempo a outro, de uma estação a outra, como que mudando tudo, transformando minha realidade, me fazendo ver que muito ainda há a crescer, a ser…e que é preciso mudar a identidade.

Que estação é essa que chega? Como será daqui pra frente? Não sei…só sei que é mais que necessário aceitar o tempo que vem…o tempo de Deus.

Mais uma vez vejo o Senhor mechendo em tudo, fazendo Sua obra, assim como vi quando decidi consagrar minha vida a Ele. Sei que também naquele tempo eu tive medo, tive dúvida, mas por confiar em Seu Amor disse Sim e vivo as promessas Dele pra mim.

Agora vem de novo o tempo de Deus…o novo tempo de Deus…mesmo com medo digo Sim e que Ele me leve onde quiser, ou que me deixe onde quiser, mas que transforme a minha estação.

Senhor, mais uma vez me firmo em Tua Palavra: “Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus” e Senhor bem sabes como Te amo. Que venha o Teu tempo, a Tua nova estação em minha vida, em nossas vidas.

NO Teu Amor, meu Amado…

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O Tesouro de real valor

agosto 9, 2010

“Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do Pai dar a vós o Reino. Vendei vossos bens e dai esmola. Fazei bolsas que não se estraguem, um tesouro no céu que não se acabe; ali o ladrão não chega nem a traça corrói. Porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” Lucas 12, 32-34

Continuamos a receber do Senhor a chamada para prestarmos atenção onde estamos colocando nosso valor e nossa esperança. E mais, somos encorajados a não ter medo de olharmos para nós mesmos, nós que queremos agradar o coração de Deus e viver em Sua Presença.

Nós somos o pequeno rebanho, que tem recebido todo cuidado e provisão da parte Deus.  Mas também somos, muitas vezes, aqueles que se perdem, tiram o olhar e os ouvidos do Pastor e decidem caminhar sozinhos. Somos o pequeno rebanho que sabe da necessidade que tem do Pastor, mas escolhe a independência e com ela aprende a se apegar a tantas outras riquezas, não tão valiosas assim.

“Não tenha medo, pequeno rebanho, pois o Senhor se agradou em dar-lhe o Reino”. Não tenha medo de escolher o Senhor, de perder o encanto sobre as outras coisas, pelo medo de não lhe restar nada. Quando olhamos para o Senhor percebemos que Ele é nossa única riqueza realmente valiosa e , vale dizer mais uma vez, todas as outras coisas só encontram sentido Nele. Que tristeza para nós quando olhamos nosso coração e percebemos que estamos tão apegados às coisas, pessoas, situações que não damos mais espaço ao Tesouro de real valor, ao único que pode preencher toda nossa vida, trazer brilho e glória, da Sua Presença, às coisas, às pessoas e às situações.

Estejamos atentos e apegados ao Essencial: o próprio Deus. Não tenhamos medo de olhar para nós mesmos e rever nossas vidas, devolvendo ao Senhor  lugar que é Dele por direito: o centro de nossos corações.

No Amor do Amado

Carol

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“Que tesouros tu tens pra levar além?”

agosto 2, 2010

Este é o questionamento que recebemos esta semana: Onde está nosso tesouro? Em que temos colocado nosso coração, nossa esperança?

Somos parte da geração do Ter, da facilidade em conseguir as coisas materiais, da geração da cobrança em ir, alcançar, conquistar, aparecer. Ter sucesso, ter fama, ter dinheiro, ter estatus, ter…e corremos o risco de perdermos o “Ser” no meio de tudo isso. Ter não é problema, o problema é quando o que temos dita o que somos e se não temos perdemos nossa identidade e, muitas vezes, até alegria de ser. A isso chamamos consumismo: o ter toma o lugar do ser em nossa vida e já não há divisão entre o que temos e o que somos.

O Senhor nos pergunta: “Que tesouros tu tens pra levar além?”. Nada do que temos aqui,  levamos à Presença do Senhor ou levaremos ao céu, somente o que fazemos com o que temos. Somente o que está em nós, parte real do nosso ser, entregamos ao Senhor. Se nos enchemos de superficialidades, futilidades, se colocamos nossa esperança nos bens, na segurança financeira tão somente, é exatamente isso que vamos apresentar ao Senhor quando somos chamamos a estar com Ele.

Somos convidados a ir além no relacionamento com Deus, mas quanto mais profundo vamos mais percebemos que o que nos resta é apenas o que somos. Não interessa ao Senhor nossos bens, interessa o coração. A riqueza do coração é o que atrai o olhar de Deus sobre nós. O que temos precisa ser instrumento para enriquecermos nosso próprio coração e o coração dos que convivem conosco ou passam por nossa vida. Que os tesouros terrenos possam ser meio de aumentar o Tesouro interior.

Vamos rever nossas vidas, rever onde temos colocado nossos olhares e nossa atenção maior: no Ter ou no Ser? Que o Espírito nos ensine a fixarmos nosso valor no que é Essencial.

No Amor do Amado

Carol